Comprei um computador estragado, desmontei tudo, analisei cada peça e descobri que era o fusível da fonte. Sem manual, sem orientação — fiz um jump, ligou. Esse é o meu padrão: identificar o problema real e resolver, não contornar.
Com 16 anos tive minha primeira internet decente (2MB). Fui direto pesquisar programação, achei o Gânabara, depois a Udemy com o Nélio Alves — foi ali que o .NET e o C# viraram minha linguagem principal. Comecei com Windows Forms e migrei naturalmente para APIs quando entendi onde estava o poder real.
Hoje, 8+ anos depois, meu ciclo começa no cliente — requisitos, escopo, prazo — e termina com o sistema seguro em produção. Do Framework 4.7 ao .NET 10, de Windows Forms a Native AOT e Rust. A curiosidade de montar aquele PC nunca foi embora.